Seis fases, como as marcas de lápis no batente de uma porta. Cada uma terá a sua página: o que é típico, o que varia muitíssimo e o que convém reavaliar em seis meses — sempre com as fontes à vista.
as fases são mapas, não territórios — cada criança as percorre do seu jeito, e o seu filho também
As fases são os mapas dos processos longos —puberdade, identidade, autonomia, dinheiro, vida digital, o sono que se desloca—: o que cresce devagar, sem data fixa. Os eventos do dia a dia —o dia em que algo acontece— vivem em Situações.
Cada célula leva você à biblioteca já filtrada por essa idade. Os guias completos de cada fase — redigidos com evidência citada de organismos sérios e revisão editorial — chegam com o lançamento e nas semanas seguintes.
Se as fases são as marcas de lápis no batente, os processos são o que cresce entre uma marca e a seguinte: lento, sem data fixa, diferente em cada casa. Cada guia de fase os abrirá com fontes citadas; aqui, o mapa em miniatura. Os eventos com nome próprio —uma situação ou uma atividade— são vinculados assim que existem.
O apego que se firma e a linguagem que começa muito antes da primeira palavra. E o sono —o primeiro grande processo da casa, o que mais varia de um bebê para outro e o que menos convém comparar.
A linguagem que explode e a brincadeira, que é a sua forma de pensar. A autonomia desponta —vestir-se, comer sozinho— e chegam as primeiras perguntas sobre o corpo: o chão da educação sexual, feito de respostas curtas e honestas.
As amizades e a sua geometria começam a pesar. A autonomia doméstica dá os primeiros passos com rede: a primeira panela e a primeira viagem de ônibus sozinho. E começa a alfabetização digital: as primeiras telas próprias, as primeiras regras.
A puberdade precoce e suas conversas —incluindo a primeira menstruação, melhor falar antes que chegue, não depois. Autonomia real: a primeira chave e ficar sozinho em casa. E o salto digital: o primeiro celular, de preferência com um pacto escrito.
A identidade vira o trabalho do dia: quem sou eu, de que grupo, com que causa. O sono se desloca —o cronótipo adolescente empurra a noite para a frente, e não é preguiça. E os primeiros vínculos amorosos, com a educação sexual já como conversa aberta e não como palestra única.
A autonomia da decolagem: menos permissão, mais critério próprio, viagens sozinho cada vez mais longas. O dinheiro fica real —ganhá-lo, administrá-lo, errar com pouco. E a vocação desponta: não «o que você vai ser», mas o que te move.
Os traços que a investigação séria descreve para a fase — citados e com links, nunca de ouvido.
A seção mais importante: os enormes intervalos do que é normal, para desarmar a comparação e o pânico.
Atividades da biblioteca para hoje, e as perguntas que convém refazer daqui a seis meses.